O corpo do Shiba

 

O pescoço

O pescoço deve ser meio grosso em circunferência. O pescoço é maior no ponto em que conecta com os ombros, então gradualmente estreita quando se eleva para a cabeça. O pelo cresce mais grosso no pescoço do que em outras partes do cão e é mais denso na traseira e laterais do pescoço, assim que alguém precisa separar o pelo para ter uma ideia da grossura real do pescoço.

Quando um cão está parado em atenção, ele naturalmente mantém a sua cabeça elevada. Nessa posição, a linha da traseira do pescoço forma um ângulo de 50º aproximadamente com a linha das costas. A linha da inclinação das orelhas para a frente corre pela linha da inclinação do pescoço em uma curva suave, aparentemente sem uma quebra no perfil visto de lado. Quando um cão para naturalmente assim na pista de exposições, com a cabeça elevada e o perfil do pescoço formando uma linha suave, é uma boa pose.

Quando o Shiba caminha ou trota, a cabeça é mantida um pouco mais baixa do que quando em atenção, mas quando o cão está correndo o mais que pode, o pescoço é carregado quase que paralelo ao solo. Essa extensão do pescoço enquanto o cão está correndo é necessária para mover o centro de gravidade para a frente. Quando o peso do corpo está na maioria nas pernas dianteiras, as pernas traseiras são capazes de mover mais livremente e impulsionar o corpo mais rápido.

O pescoço também suporta a cabeça e dá força ao seu movimento, tais como mordendo ou carregando presas. É por isso que o Padrão estabelece que o pescoço precisa ser robusto e essa força é refletida na grossura. Em um cão com o pescoço apropriadamente robusto, a transição entre o pescoço e o ombro não é notável. Cães que apresentam uma linha de definição onde o pescoço termina e o ombro começa são usualmente delgados com pescoços finos.

Não há medida definitiva para o comprimento correto do pescoço, porque o comprimento correto depende da espessura do pescoço para cada cão. Um pescoço fino dá a impressão de demasiado comprimento, seja ou não muito longo, enquanto um pescoço muito grosso dá a impressão de curto. Portanto, o comprimento ideal do pescoço não pode ser reduzida a uma quantidade matemática. O Shiba parecer ter um pescoço mais curto do que os cães japoneses nativos de porte médio. Os comentários japoneses sobre o atributo de pescoço mais curto é acreditado ao tipo de caça que ele faz. Isso pode ser referência ao tipo de terreno em que o Shiba normalmente caça (moitas baixas e espessas e florestas) ou podem refletir o fato de que os cães japoneses devem ser robustos para subjugar presas que são consideravelmente maiores do que eles (há relatos de Shibas segurando ursos no campo).

A pele no pescoço deve parecer firmemente fixada aos músculos que recobre. Quando a pele no pescoço é folgada, ela dá a impressão que o cão é velho ou fora de forma. Pele solta no pescoço de alguns cães, particularmente na parte inferior do pescoço, pode causar rugas no pescoço ou uma caída na linha da garganta. Isso não apenas parece mal mas também é um sinal que o cão pode não ser de raça pura. Pele pendurada no pescoço é completamente atípico no Shiba.

Os membros dianteiros e traseiros

O Padrão Nippo estabelece: “Pernas dianteiras: a escápula tem angulação moderada e é bem desenvolvida. Pernas dianteiras são retas com patas com dedos bem arqueados. Pernas traseiras: Pernas traseiras são fortes com uma postura larga natural. O jarrete é forte e as patas bem arqueados (pés de gato).

Em geral as pernas servem de suporte ao corpo e fornecem mobilidade. As pernas dianteiras e as traseiras realizam sua função diferentemente. As dianteiras suportam aproximadamente 60% do peso do corpo e as traseiras 40%, portanto as dianteiras precisam ser mais grossas que as traseiras, para suportar esse peso extra, e a circunferência do pé traseiro é ¾ do dianteiro.

O fato de que as pernas dianteiras carregam mais peso significa que elas não se moverão tão livremente ou ser tão flexíveis quanto as traseiras quando o cão está em movimento. As pernas traseiras impulsionam o corpo para a frente e se diz que iniciam o movimento, enquanto as dianteiras o completam. Ao iniciar o movimento, as pernas traseiras se esticam e apertam o solo, então cavam, se elevam e transmitem movimento para a frente às costas. Esse movimento das costas para a frente cria estresse no ombro, que é aliviado pelas pernas dianteiras através do movimento para a frente.

Corpo do Shiba

Em razão de as pernas dianteiras e traseiras trabalharem em conjunto para movimentar o corpo apropriadamente, um equilíbrio entre elas é muito importante. A harmonia é vista em três formas:

  1. A angulação das pernas dianteiras deve ser apropriada para as pernas traseiras. Por exemplo, enquanto um cão com sobreangulação na dianteira e na traseira não se movimentará muito bem, mas se movimentará melhor do que um cão que for sobreangulado na traseira e muito reto na frente.
  2. As pernas devem ter comprimento e desenvolvimento muscular harmoniosos. Por exemplo, se as pernas traseiras forem muito compridas comparadas com as dianteiras, ou se os músculos da perna traseira forem bem desenvolvidos enquanto os das dianteiras forem fracos, o movimento não poderá ser bom.
  3. Se as pernas harmonizarem bem, o cão vai naturalmente assumir uma postura de quatro quadrados, quando para.
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O Padrão estabelece que a escápula deve ter angulação moderada (a ideal é 105 a 110 graus), que corresponde a um recuo de cerca de 30 graus. O ângulo em questão é formado pela escápula e o braço (o úmero). O braço é conectado à perna dianteira pela articulação do joelho; assim o braço deve aderir justamente ao tronco. Se não o fizer, o cão vai ficar com os ombros soltos, o que é uma falta comum no Shiba. Ombros muito aderentes ao corpo e parecem estar espremidos são ocasionalmente vistos, mas são uma falta bem mais rara.

Vistas de frente, as pernas dianteiras devem formar uma linha reta dos ombros ao solo, e precisam ser paralelas. Como as pernas não podem ser para fora ou para dentro nos ombros, a linha externa formada pelas pernas será continuada pela linha externa formada pelo peito. Assim, olhando o cão de frente, devemos ver uma forma de H, com a cruz do H sendo a parte inferior do peito do cão.

O metacarpo não deve ser longo nem curto, mas moderado em tamanho. O Shiba ideal tem uma leve inclinação para a frente do metacarpo, assim que (quando visto lateralmente) o metacarpo conecta com o pé levemente à frente de onde ele conecta com a perna dianteira. O ângulo do metacarpo deve ser uns 10 ou 15 graus. Metacarpos que são muito curtos são geralmente muito abruptos e não possuem o desejável molejo e flexibilidade. Os metacarpos muito longos geralmente possuem muita angulação e são fracos. Uma falta comum no Shiba são os metacarpos longos e fracos que abrem para fora.

Os pés devem ter dedos bem arqueados, dando uma grossura ao pé e almofadas. Os dedos não devem possuir qualquer intervalo entre eles. Se os dedos são separados ou muito longos, isso dá uma aparência de pé de lebre ao invés do desejável pé de gato. O pé de lebre torna a maneira de andar pouco atraente e é indesejável no Shiba.

As unhas dos dedos devem ser curtas e duras. Se os pés e dedos são corretamente formados, as unhas fazem contato direto com o solo. Esse grau moderado de desgaste e crescimento faz com que permaneçam curtas e auxiliem na tração. Com dedos mais compridos, frouxos, as unhas não contatam o solo tão bem e crescem mais pela falta de abrasão. A cor das unhas, normalmente, é preta, mas se a area acima da unha é branca, como em meias brancas, então podem ser translúcidas.

Como as pernas traseiras são responsáveis pela força motora que inicia o movimento, elas precisam ser fortes e muito flexíveis. O termo japonês utilizado no Padrão Básico da Nippo para descrever as pernas traseiras do Shiba é chikarazuyoi fumbari. É um dos termos comprimidos comuns no Padrão Nippo que possui muitas nuances e não é facilmente traduzido. A palavra chikarazuyoi significa forçado, forte e vigoroso e não apresenta dificuldades para tradução, mas a palavra que ela modifica tem um significado bem mais ambíguo. Fumbari, uma forma do verbo fumbaru significa “abraçar as pernas de alguém, atitude indecisa, permanecer firme, manter o pé de alguém” (Kenkyusha). Outro dicionário menos autorizado define o termo como “aguentar, segurar firme”. A imagem que essa frase transmite é de pernas traseiras que são suficientemente fortes para firmar no solo de forma muito potente. Nesse contexto a palavra fumbari implica que as pernas traseiras não devam se aproximar na posição natural do cão, nem devem ser excessivamente abertas. De fato, a posição ideal mostrada no diagrama da Nippo apresenta as pernas paralelas, quando vistas de trás.

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Um dos elementos importantes que contribuem para uma postura natural é a flexibilidade das pernas traseiras. As pernas traseiras ganham sua maior flexibilidade do osso da garupa, que é análogo à escápula da estrutura frontal. A articulação da garupa e do fêmur é a toda importante articulação do quadril, que leva muito estresse no movimento do cão e precisa ser apropriadamente construída. Essa articulação rotativa fornece às pernas traseiras a sua flexibilidade extra. O Padrão do Shiba estabelece que qualquer fraqueza ou malformação nessa articulação importante é uma falta.

A próxima articulação abaixo da do quadril é a articulação do joelho – a conexão do fêmur com os ossos abaixo, na perna. Essa articulação (tíbia e fíbula) é especialmente crítica no Shiba, pois a raça é muito suscetível a luxação da patela

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O jarrete é na verdade a conexão da perna inferior com os pés (o que nós comumente nos referimos como os pés de um cão são apenas os dedos) e é análogo ao metacarpo nos pés dianteiros. O jarrete é particularmente importante para uma postura forte e poderoso movimento de propulsão. Não deve haver pele solta na área do jarrete e muito pouca gordura. Examinando o jarrete, devemos ver osso e tendões recobertos ajustadamente pela pele, dando uma aparência muito resistente, sólida. Os pés e as unhas devem seguir a descrição feita para os pés dianteiros.

Visto de trás, as pernas são paralelas, e a distância do posicionamento iguala a distância do quadril. Algumas faltas comuns são a postura estreita, e a forma de X (jarretes de vaca).

Esboços do esqueleto canino que aparecem nos velhos livros sobre a raça e padrões ilustrados, como o da Nippo, são muitas vezes baseados na visão do artista de um raio-x onde o cão está posicionado de lado (sobre a mesa) ou desenhos de esqueletos que foram imprecisamente montados. Os ângulos de articulações mostrados no diagrama.

Ângulos das Articulações das Pernas mostra um fêmur que se inclina mais do que ocorreria em um cão de pé, o que projeta para fora os demais ângulos da perna. Atualmente, os cães são radiografados de pé ou em movimento para obter uma informação mais precisa. Em 1990 Fred Lanting radiografou o seu Shiba moderadamente angulado com excelente graduação OFA (Orthopedic Foundation for Animals). Suas descobertas foram que a inclinação do ombro era de 30º e a do joelho/jarrete de 143º (em um cão em pé, o fêmur e o metatarso são praticamente paralelos.

O tronco

O Padrão Básico da Nippo estabelece: “O peito é profundo, com costelas moderadamente arqueadas. O antepeito é bem desenvolvido. A linha superior é reta, o lombo bem elevado”.

O peito é verdadeiramente uma parte muito importante do cão, ele pode ser visto como o centro de todo o corpo. O peito tem uma grande influência na aparência do corpo, especialmente por que ele influencia o perfil do corpo e contrasta com o contorno com o abdome retraído. Um peito largo e potente também dá a impressão força confiante.

Aparência do Shiba

O peito é feito de duas regiões distintas. Primeiro o antepeito, que é a área limitada pela extremidade inferior do pescoço, o externo, e uma linha de prumo da ponta do peito. A segunda região é o tórax ou parede do peito, que é a área da ponta do peito para trás até o lombo e contém as costelas.

A largura do antepeito é determinada pela medida da distância entre as articulações do ombro direito e esquerdo. A articulação do peito está localizada entre a escápula e a parte superior da perna dianteira e é a parte mais larga do peito (se distingue da ponta do peito, que é a parte superior da escápula e ponto mais elevado das costas). A estrutura e especialmente largura do antepeito é muito importante na determinação se o cão terá estrutura adequada e movimento nas pernas dianteiras.

Se o antepeito não é correto, então a escápula e parte superior do braço não serão corretos, e o cão não terá movimentação apropriada. Em particular, o alcance das pernas dianteiras não será correto. Também não será possível para o cão assumir a pose correta e natural enquanto em pé.

Por causa da importância do antepeito na movimentação e solidez, o antepeito deve ser bem desenvolvido. Isso significa que ele deve ter ossos e tendões fortes, com músculos adequados e bem desenvolvidos. Os músculos do antepeito devem ser desenvolvidos o bastante para que a articulação do ombro não seja perceptível, quando você olha o antepeito.

O tórax (área das costelas) inicia em uma linha de prumo na parte mais baixa da traseira do pescoço (bem na frente da ponta do peito) e se estende para trás até a barriga. Acima do tórax estão as vértebras, que suportam as costas do cão. No fundo do tórax está o esterno, que corre ao longo da área do peito e ao qual as costelas estão ligadas. Há treze pares de costelas, os primeiros nove pares estão ligados ao esterno, os últimos quatro pares antes da área abdominal (as costelas mais curtas) não estão ligadas ao esterno.

As costelas encerram a cavidade torácica, que mantém os pulmões e o coração e é muito crítico que a cavidade seja grande o bastante para abrigar esses órgãos. As dimensões apropriadas do peito – comprimento, largura e profundidade – são importantes para a forma e função e merecem uma discussão detalhada.

A profundidade do peito é medida do ponto mais alto da cernelha à parte de baixo do peito na altura do ombro. (Note que a Resolução de Julgamento da Nippo especifica que a altura do corpo como um todo deve ser medida logo atrás da ponta do ombro). A profundidade do peito, que é a metade da altura do corpo é boa, e o Padrão especifica que a profundidade do peito precisa ser 45 a 50% da altura total do corpo. Peitos que são muito profundos ou encolhidos são comuns e são faltas graves.

A largura do peito (em distinção da largura do antepeito) é tomada pela medida entre as costelas na parte maior de sua curva para fora. Desde que a altura e comprimento apropriados do peito são facilmente determinados pela comparação com as razões, a maior determinante do tamanho da cavidade torácica apropriada é a largura. A forma correta do tórax se assemelha à de uma seção transversal de um ovo repousando em seu menor final, e a parte mais larga ocorre imediatamente atrás da escápula.

Costelas achatadas, condição de largura insuficiente do peito, tornam os ombros muito próximos do corpo e resultam em um cão que não possui a postura natural correta. A condição oposta é um tronco (torso) em barril em que as costelas são demasiado arredondadas e não têm a adequada forma ovoide. Nesse caso, o cão é apto a ter ombros virados para fora e não terá a agilidade de movimentação requerida pelo Padrão.

O comprimento do peito é determinado pelo comprimento total do corpo, que é 110% da altura do corpo para os machos e um pouco mais longo para as fêmeas. O tórax precisa que ter comprimento que esteja em harmonia com o comprimento total do cão. Um cão muito curto terá movimento apertado. O comprimento do peito será similar em machos e fêmeas por que o comprimento extra das fêmeas decorre de área maior do lombo, para acomodar filhotes em gestação.

Costelas longas e ovaladas são as mais flexíveis e promovem espaço suficiente na cavidade torácica para os pulmões se expandirem e contraírem na troca de grandes quantidades de ar – crítico em um cão que corre por longos períodos de tempo e utiliza uma grande quantidade de energia. Costelas abarriladas fornecem amplo espaço na cavidade torácica, mas elas não podem contrair tanto como as ovaladas e, assim, não conseguem bombear o ar tão bem. Costelas chatas contraem o espaço para coração e pulmões e não fornecem boa expansão e contração.

Na avaliação do peito, outra consideração é a inserção das pernas dianteiras. Se o osso do externo não for adequadamente desenvolvido, então os ângulos de conexão da escápula e o braço superior não podem ser corretos, e as pernas dianteiras não podem se mover com eficiência. Se o cão tiver um tronco abarrilado visto de frente, a forma de H formada pelo peito e pernas é muito larga e o ombro rotaciona para fora, fazendo com que o movimento seja lento e estranho. No cão com costelas chatas, a forma de H é muito estreita, os ombros muito próximos entre si, e o cão não terá a resistência para ser ágil e ligeiro.

Em termos médicos, as costas correm da base do pescoço ao final das costelas (o início da área das costelas e do lombo). Contudo quando a maioria de nós se refere às costas, nós estamos nos referindo à área da base do pescoço em todo o caminho até o início da cauda. Os juízes japoneses emitiram uma resolução de que as costas são constituídas pela distância completa entre a base do pescoço até a raiz da cauda (a linha superior). É extremamente importante para o Shiba ter uma linha superior reta do pescoço à cauda.

A área do quadril é formada por sete vértebras lombares e as quatro vértebras sacrais e também inclui a área do lombo e do ventre. As vértebras lombares vão da caixa torácica até garupa, e as vértebras sacrais vão da garupa até a raiz da cauda. A garupa não é tão larga quanto a área torácica, mas a área da garupa deve ter largura adequada para movimentação apropriada. Acima de tudo, força é um dos requisitos principais para a área da garupa. Os músculos das nádegas precisam ser poderosos para propelir o cão para a frente, a articulação do quadril precisa ser extremamente forte para suportar todo o atrito a ela infligido.

Quado as costas não são retas, os problemas normalmente repousam na vértebras lombar ao invés das torácicas, e há uma tendência natural para a linha superior curvar para baixo desde o ponto em que a cauda enrolada cruza as costas. Mesmo que essa tendência possa ser natural uma queda da linha superior quando se aproxima da cauda é uma falta – o ideal no Padrão pede umas costas perfeitamente retas, o cão que é “alto na parte traseira” também é faltoso.

Duas faltas comuns que infligem toda a linha superior são as costas arqueadas para cima e a linha superior oscilante. A linha superior arqueada (costas convexas ou carpadas) é comum quando toda a linha superior arqueia para cima, com o ponto mais alto no meio das costas. É rara em comparação com o número de cães que têm costas oscilantes, mas ocorre. As costas convexas podem ser uma falta estrutural com que o cão nasce ou uma condição temporária através do estômago ou nervosismo. Um cão com parasitas internos normalmente exibe costas curvadas, que retorna ao normal após everminação.

Costas côncavas ou flácidas são bem mais comuns e são o oposto das costas escarpadas. Costas flácidas resultam de movimento de “cauda de peixe”, no qual as costas e garupa oscilam para a direita e para a esquerda enquanto andando. Isso ocorre por que as costas oscilantes não são estruturalmente fortes para transmitir eficientemente o movimento das pernas traseiras para a parte dianteira do corpo. Essa condição é muitas vezes causada por costas muito longas, o comprimento adicional causa tensão e afrouxamento dos ligamentos que mantêm as vértebras juntas. Costas oscilantes podem também ser causadas por sobrealimentação ou falta de exercícios. Tanto as costas com curvatura para cima como as oscilantes são extremamente incorretas.

CBKC

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