SHIBA

SHIBA FAQ- Perguntas Frequentes

TEOR DESTE SHIBA FAQ

Apresentamos nesta página de Shiba FAQ as perguntas que nos são apresentadas por interessados nessa raça, bem como os termos específicos da criação de cães para melhor entendimento de nossas matérias.

O pedigree é o registro genealógico de um cão de raça pura. Ele é atribuído aos filhotes de dois cães, que já possuem pedigree.

No documento, consta o nome do cão, sua raça, nome do criador, do canil, dos pais, data de nascimento.

Há também os dados de sua árvore genealógica até a terceira geração. 

Se houver, terá também os títulos honoríficos que o titular houver conquistado.

Salvo acidentes, que o tornem muito sujo ou mal cheiroso, aconselhamos que não o banhe em períodos mais curtos do que três meses. O Shiba vai se higienizar sozinho.

Shibas são caçadores natos. Não espere que se acostumem com pássaros e pequenos animais selvagens. Eles vão caçá-los. Coelhos e hamster, inclusive.

Mas, quanto a animais domésticos, cães e gatos, normalmente convivem muito bem.

Nossos filhotes já foram introduzidos em famílias com cães idosos, cães bem maiores do que eles, etc. sem que tenha havido qualquer incidente.

Pelo contrário, encontraram companheiros para brincar e se exercitar.

O padrão da FCI, órgão máximo da cinofilia internacional, prevê apenas:

Vermelhor,

Sésamo (vermelho com pontas dos pelos escuras) e o

Castanho e Preto (black and tan).

Alguns países aceitam o creme ou branco, mas com registro no respectivo pedigree que é restrito para reprodução.

O The Kennel Club, Inglês, permite o branco sem restrições, inclusive em exposições, com paridade às demais cores.

No Japão, o Shiba branco pode participar de exposições, mas nunca obterá um "Excelente".

Urajiro: marcas brancas nas laterais do focinho, bochechas, sob o queixo, na garganta, no antepeito, ventre, face interna dos membros e parte inferior da cauda.

Esse termo só é usado para as raças japonesas como o Akita e o Shiba.

Handler é um profissional que apresenta cães em exposições cinófilas. 

grupo de animais de raça, de boa qualidade, reservados para a reprodução.

lugar anatômico, situado ao final do lombo e início do pescoço. É onde se mede a altura do cão.

Ao adquirirmos um filhote na Europa, vimos que a criadora, entre outras informações, nos remeteu o perfil de DNA dos pais.

Isso para garantir contra uma série de defeitos, doenças e características reprodutivas.

Pesquisando, conseguimos que um laboratório nacional criasse um teste de DNA para o Shiba e passaremos a o adotar, no futuro, como elemento de garantia de nosso padrão de criação.

O teste de DNA custa, para cada um dos padreadores, cerca de 130 dólares.

Marta-zibelina é de uma espécie de marta castanho-escura da Europa setentrional e partes do Norte da Ásia, um dos mais valiosos animais produtores de pele

Double Merle (Homozigoto Merle) é o termo comum para um cão com duas cópias do gene Merle.

Piebald – tendo manchas irregulares de duas cores, tipicamente branco e preto

Evite escovas do tipo Terminator ou Furminator, que danificam a pelagem dupla do Shiba. Use escovas simples, mais baratas e, nesse caso, melhores.

letal para ácaros.

Sarna cheleytiella

Doença infecciosa causada por ácaros Cheyletiellosis ou “caspa-caminhada”.

Sintomas no cão: descamação da pele e visível movimento dos ácaros na pele. A maioria dos cães tem a capacidade de viver em harmonia com esses hospedeiros. No entanto, quando o ataque reúne uma superpopulação de ácaros, os pets podem ficar com o sistema imunológico comprometido.

Sarna sarcóptica ou escabiose

Doença infecciosa causada quando o ácaro-fêmea põe ovos que se tornam adultos na pele do cão.

Os ácaros picam através das camadas da pele. É transmissível aos humanos e causa erupções cutâneas. Sintomas: irritação no local afetado e coceira frenética, perda de pelos, pele avermelhada, feridas e crostas, comportamento agressivo, apatia, perda de peso, entre outros.

Sarna demodécica ou sarna negra

Causada pela infestação de ácaros e não é transmissível a humanos. Sintomas: perda de pelos, principalmente em torno dos olhos, da boca e das patas, pele com crostas e oleosa, secreções com cheiro forte.

Sarna otodécica ou sarna de ouvido

Doença infecciosa que se concentra nos ouvidos do cachorro.

Infecções no ouvido dos caninos são muito semelhantes aos sintomas da doença de sarna. Não é transmissível a humanos. Sintomas: dores e coceiras nas orelhas.

Antigamente, só precisávamos nos preocupar com dois elementos:

Genótipo, ou seja a carga genética que foi transmitida, pelo concurso do genitor e da genitora, e o

Fenótipo, ou seja, a manifestação dessa carga, física e mentalmente, no exemplar.

Como vimos, o fenótipo decorre do genótipo dos pais, de acordo com diversas regras de manifestação dos genes recebidos de cada um, tais como a dominância e recessividade, a poligenia, e outras.

Modernamente, descobrimos que além dessas duas dimensões, incide mais uma, a epigenética, que pode ser traduzido como “por sobre a genética”.

O genótipo decorre do DNA, mas o DNA é idêntico em todas as células do nosso corpo. Seja o humor aquoso do nosso olho, um osso da nossa perna, o fígado ou o neurônio, todos têm o mesmo DNA, muito embora se manifestem diferentemente.

O que a epigenética descobriu e que é importante para a criação de cães de raça, é que determinados estímulos ambientais ou de outra natureza diferenciam os indivíduos, sendo essa a razão por que gêmeos de mesmo genoma se demonstram diferentes entre si.

A epigenética esclarece que o mesmo DNA pode ter características ativadas, evidenciadas, ou neutralizadas. Não muda o genoma, mas muda o fenótipo.

Enquanto a genética está associada à sequência do DNA, a epigenética refere-se às informações reversíveis que são introduzidas nos cromossomos e replicadas estavelmente durante as divisões celulares, mas que não modificam as sequências do código e dessa forma alteram o fenótipo sem mudar o genótipo.

A epigenética permite que filhotes devidamente estimulados em períodos críticos se tornem melhores, pela melhor exploração de sua carga genética. É o que fazemos em nosso canil.

Gostamos de exemplificar dizendo que uma espada tem a mesma liga de aço do que a outra, mas uma espada que foi devidamente temperada, com calor e frio em sucessivas camadas, será muito superior à outra.

uma cepa, quando se trata de vacinas, é uma variante que é construída de maneira diferente e, portanto, poderá não ter a mesma resposta imune de outra variante para a qual a vacina foi constituída.

período de ovulação das fêmeas, caracterizado por sangramento, cuja frequência normal é de seis meses e perdura por dez dias, seguido de um período fértil de 5 dias, durante o qual as fêmeas ficam possuídas de desejo sexual. Também chamado de estro.

acasalamento, relativo a cruzamento de cães, que se faz através de “monta” do macho sobre a fêmea.

é o líquido secretado nas primeiras mamadas dos filhotes com o leite.

O colostro apresenta inúmeras propriedades e componentes conhecidos e desconhecidos. As funções das células encontradas no colostro ainda não são completamente definidas, porém sabe-se que estas células ampliam os mecanismos de defesa nos recém-nascidos por transferência de imunidade e por mediação celular.

o mesmo que desverminado, ou seja, animal que recebeu vermífugo para combater verminose.

enquanto o genótipo se refere à informação presente no genoma, o fenótipo se refere às características realizadas de um indivíduo, ou seja, o que se pode ver e sentir. O fenótipo depende diretamente da combinação entre o genótipo e o meio no qual o indivíduo se desenvolve. Assim, o fenótipo de um indivíduo é aquilo que se vê ou que ele demonstra. Por exemplo, um Shiba correto ignora tiros, isso não é evidente, senão quando o submetemos a um teste, está em seu fenótipo. Mais simples, é o caso de o exemplar apresentar as orelhas devidamente inclinadas para a frente, pois qualquer um pode ver.

O genótipo se refere à carga genética que um indivíduo possui e que não necessariamente será expressa em seu fenótipo. A expressão de uma característica existente no genótipo de um exemplar, manifesta-se no fenótipo quando obedece a certos regramentos pertinentes à Ciência Genética, tais como a dominância ou recessividade, a epistasia e outras combinações mais complexas. Além disso, há certas condições ambientais, tais como moléstias, que prejudicaram a evidência da característica.

Apesar de não evidente, o genótipo é muito importante. Um cão vermelho pode ter um gene recessivo para Black and Tan (preto e castanho). Cruzado com outros cão vermelho de igual genótipo, vai determinar a predominância do preto e castanho nos fenótipos dos filhotes.

Muitas publicações denomina a raça Shiba inu, que é o nome pelo qual é conhecida em diversos países. Inu é cão em japonês, portanto é algo redundante.

Aqui, utilizamos apenas Shiba, que é o nome oficial do padrão brasileiro.

Este é o link para o banco de dados mundial sobre Shibas https://www.nihonken.net/links/#:~:text=Shiba%20Inu%20Pedigree%20Database

Nele está o link para o nosso Alchy, seus país parentes e tudo o mais.

http://www.shibapedigree.com/testmating.php?dam=81737&sire=69639

Cores do Shiba em profundidade.

Muitas vezes, em leituras, encontramos termos em japonês para denominar as cores dos Shibas, as principais são:

赤 aka — vermelho
Os cães vermelhos têm uma cor de pelagem sólida de laranja queimado a amarelo dourado. O vermelho é uma das três cores do Shiba.
胡麻 goma — Sésamo
Cães sésamo têm pêlos de pontas pretas em todo o corpo em cima de sua cor de pelagem base.
赤胡麻 akagoma — sésamo vermelho
Cães sésamo com subpelo predominantemente vermelho.
黒胡麻 kurogoma — sésamo preto
Cães sésamo com subpelo predominantemente preto/cinza.
白胡麻 shirogoma — sésamo branco
Cães sésamo com subpelo predominantemente creme/amarelo.
黒 kuro — preto (preto e castanho)
Cães pretos e castanhos têm pelagem preta com pontos vermelhos ou brancos nas pernas e no rosto.
白 shiro — branco
Os cães brancos têm uma cor de base branca a creme. O branco não é previsto no padrão da raça nacional.
虎 tora — tigre (tigrado)
Os cães tigrados têm pelagens listradas com pelos pretos, cinzas, vermelhos e brancos. Tigrado é uma das três cores do Akita japonês.

Cães sésamo possuem pelos com ponta preta sobre o vermelho em todo o corpo. Quando há pontas pretas no corpo, mas não na cabeça a padronagem é chamada de vermelho sujo.

差し毛 sashige  — pelagens diferentes
Vermelho sujo descreve um cão vermelho com pelos pretos ou pelos com pontas pretas misturados em sua cor de base. Esses cães podem se assemelhar a um cão sésamo, mas não possuem duas características distintivas do sésamo: óculos ao redor dos olhos e pelos pretos na parte inferior (urajiro) do cão.
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Avaliação de caudas de Shiba
巻き尾 makio — cauda enrolada
Caudas enroladas são de forma circular e portadas sobre as costas com a ponta da cauda tocando ou se estendendo abaixo da linha das costas. 
半巻き han-maki — meio cacho
Cauda enrolada que não completa um círculo completo. Pode ser descrito como uma meia onda esquerda (hidari) ou direita (migi).
左巻き hidari-maki — cacho esquerdo
Cauda enrolada que repousa sobre o flanco esquerdo do cão.
車巻き kuruma-maki — ondulação da roda
Cauda enrolada que fica na vertical centrada na coluna do cão.
右巻き migi-maki — cacho direito
Cauda enrolada que repousa sobre o flanco direito do cão.
二重巻き nijuu-maki — curl duplo
Cauda enrolada que se enrola sobre si mesma mais de um círculo completo. Pode ser descrito como uma curva dupla esquerda (hidari) ou direita (migi).
薙刀尾 naginatao — cauda de alabarda (cauda de sabre)
As caudas de alabarda têm uma ligeira curva e são mantidas retas atrás do cão com a ponta apontando um pouco para cima. Não é comum entre as raças nativas do Japão.
差し尾 sashio — cauda apontando (cauda de foice)
As caudas pontiagudas têm uma ligeira curva e são portadas sobre as costas com a ponta da cauda apontando para a frente, mas sem tocar nas costas. 
太刀尾 tachio — cauda de espada (cauda alegre)
As caudas das espadas têm uma ligeira curva e são mantidas retas com a ponta da cauda apontando para cima ou um pouco para a frente. 
 
O termo “cegueira do canil” refere-se a um fenômeno no qual um criador é incapaz de julgar ou criticar seu próprio plantel e incapaz de perceber que um cão dentro de seu programa não deve ser criado.

A teriogenologia é a área da medicina veterinária que engloba a reprodução, ginecologia, obstetrícia, andrologia e neonatologia, sendo uma especialidade em constante crescimento!

A Confederação Brasileira de Cinofilia (CBKC) é a entidade mater da cinofilia nacional. Foi criada como sucessora dos convênios nacionais e internacionais do Brasil Kennel Clube, e tem sede no Rio de Janeiro. É a única instituição vinculada à Fédération Cynologique Internationale (FCI), maior comunidade canina do mundo. A CBKC também possui convênios com os Clubes AKC (EUA), CKC (Canadá), The Kennel Club (Inglaterra) e ANKC (Austrália).

A Fédération Cynologique Internationale é a Organização Mundial Canina. Inclui 98 membros e parceiros contratuais (um membro por país) que emitem seus próprios pedigrees e treinam seus próprios juízes.
No Brasil, a CBKC.

Cão macho utilizado para reprodução

Fêmea canina utilizada para reprodução, mãe da ninhada.

8 SEMANAS ATÉ ADULTO (Haribo the Shiba)

 

8 SEMANAS ATÉ UM ANO (Super Shiba)

 

COMPILAÇÃO AOS 2 MESES (Haribo the Shiba)

SHIBA FAQ
The Total Shiba

Stop
degrau que marca a passagem da linha superior do crânio para a linha superior do focinho, chanfro.

 

A Nihon Ken Hozonkai (日本犬保存会, A Associação para a Preservação do Cão Japonês), comumente abreviado para Nippo, é um preservador e mantenedor dos registros para as seis raças nativas de cães japoneses: o Akita Inu, Hokkaido, Kai Ken , Kishu, Shikoku e Shiba Inu. A Nippo também emite o Padrão Nippo, que serve como padrão para as seis raças nativas.
A diferenciação por raça é estabelecida através das chamadas Resoluções de Julgamento.

 

CBKC

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